A paz é mais elegante

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Um amigo me contou uma história linda hoje. Foi sobre dizer “não vou brigar”.

Um pai e uma mãe separados, um filho pequeno, a guarda do filho. Todos separados, querendo estar juntos. O que prevalecia antes era um sentimento de que brigar pelo filho seria a única saída. Quanto mais briga, mais separação.

Ele me contou emocionado sobre como dizer “não vou brigar” para si mesmo e depois para todos ao seu redor, foi poderosamente transformador.

Fiquei imaginando quantas vezes nos parece que a única alternativa é brigar. Muitas vezes reagimos num “instinto” falso, na verdade motivados por apegos e condicionamentos.

Nosso orgulho, medos e crenças, podem despertar reações violentas. Mas e se entendermos a não violência como um princípio acima de todas as nossas crenças?

Talvez tenhamos oportunidade de ver que é a paz aquela que abre todas as portas, cura todas as relações e que magicamente desconstrói relações cíclicas de violência.

Alguém precisa dizer “não vou brigar” primeiro. Talvez essa seja a maior de todas as vitórias.